terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
the painter
wandering in lands
where storms and clouds
fill the eyes of greedy thieves
and alienated fools
painting what no one sees
colors people barely know
the humble painter
who don't even bother
not showing it's face
nor his paintings
the colors flow into your veins
like a river
it swells behind your eyes
making you cry
it swells behind you chest
hitting every corner
those wrathful waters
it doesn't matter what color it is
it will show the symptoms
of truth
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
nictofobia
Quando o grande olho
Se fecha em linhas de falsa luz prateada
Quem olhará por mim ?
Quando escuto o rugido da noite
Em meio a cega escuridão
Quem olhará por mim ?
Quando a sombra que me esconde da ignorância
É a mesma que me traz malicia
Quem olhará por mim ?
Suas mãos se abrem
Como grandes lençóis de seda negra
E as crianças da noite
Se libertam em uma longa e noturna boemia
Bebendo lagrimas de medo
E fervente sangue escorrido
Entre os suspiros desesperados de agonia
Eles nos olham e nos escolhem
Como leoas escolhem sua presa
Eles se escondem debaixo de travesseiros
Cheios de sonhos quebrados
Onde a mente trabalha sua forma
Onde os espinhos das rosas
Os cobrem como pelo
Por onde correrei ?
Corredores estreitos
Com mãos desesperadas
Ao caçar qualquer carne gritante
Gemidos de desejo ecoam pelo salão
As portas rangem o anunciando
E as janelas recitam solidão
Corra corra
Rasteje
E ao abrir a estranha porta
O silêncio comanda os ventos
E o rugido da noite...
Se fecha em linhas de falsa luz prateada
Quem olhará por mim ?
Quando escuto o rugido da noite
Em meio a cega escuridão
Quem olhará por mim ?
Quando a sombra que me esconde da ignorância
É a mesma que me traz malicia
Quem olhará por mim ?
Suas mãos se abrem
Como grandes lençóis de seda negra
E as crianças da noite
Se libertam em uma longa e noturna boemia
Bebendo lagrimas de medo
E fervente sangue escorrido
Entre os suspiros desesperados de agonia
Eles nos olham e nos escolhem
Como leoas escolhem sua presa
Eles se escondem debaixo de travesseiros
Cheios de sonhos quebrados
Onde a mente trabalha sua forma
Onde os espinhos das rosas
Os cobrem como pelo
Por onde correrei ?
Corredores estreitos
Com mãos desesperadas
Ao caçar qualquer carne gritante
Gemidos de desejo ecoam pelo salão
As portas rangem o anunciando
E as janelas recitam solidão
Corra corra
Rasteje
E ao abrir a estranha porta
O silêncio comanda os ventos
E o rugido da noite...
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