Anjos e marujos
Balançam as cordas ao soar do sino
Enchem-se os galpões
Rum e vinho
Passos Fracos no convés
Capitão desorientado
Bussola Atordoada
Relógio sem ponteiro
Sem despedidas
Partimos para a tormenta
Continente em mãos
Mãe de meia-noite me perdoe
mas não jogarei
minha maré em teus leitos
domingo, 27 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
delírio inesperado
cativantes de voos estáticos
eremitas de recantos amargos
amaldiçoados por deuses inventados
feridos por armas forjadas
minha tribo
oh destruidora tribo
dramática e envenenada tribo
louvais a insatisfação
cantas a ironia precipitada
céus e mares
terra e ventos
por que esse corpo mortal
imortaliza tanto ?
um deus caído
com prazo de volta
hora de dormir...
vá... todos seus verdadeiros amigos estão lá
te esperando
digo...
todos...
digo...
eu
eremitas de recantos amargos
amaldiçoados por deuses inventados
feridos por armas forjadas
minha tribo
oh destruidora tribo
dramática e envenenada tribo
louvais a insatisfação
cantas a ironia precipitada
céus e mares
terra e ventos
por que esse corpo mortal
imortaliza tanto ?
um deus caído
com prazo de volta
hora de dormir...
vá... todos seus verdadeiros amigos estão lá
te esperando
digo...
todos...
digo...
eu
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Cansado... talvez o fim do blog
Estou cansado...
Estou cansado de beber
De procurar pequenas coisas que talvez me façam bem
De sonhar "sonhos"
A cada dia
Um novo...
Estou cansado de acordar
Estou cansado de me arrepender
Estou cansado de me perguntar
Cansado de mentir que está tudo bem
Cansado de levar isso como uma piada
Estou cansado de sentir meu coração batendo
E doendo
Estou cansado de mentir
E viver...
Calem-se !!!
Sei do que falo
Mas não sei o que escuto
Não sei o que leio
Não sei o que é...
Estou cansado de me perguntar
E me "responder"....
Estou cansado de mim mesmo.
Estou cansado de beber
De procurar pequenas coisas que talvez me façam bem
De sonhar "sonhos"
A cada dia
Um novo...
Estou cansado de acordar
Estou cansado de me arrepender
Estou cansado de me perguntar
Cansado de mentir que está tudo bem
Cansado de levar isso como uma piada
Estou cansado de sentir meu coração batendo
E doendo
Estou cansado de mentir
E viver...
Calem-se !!!
Sei do que falo
Mas não sei o que escuto
Não sei o que leio
Não sei o que é...
Estou cansado de me perguntar
E me "responder"....
Estou cansado de mim mesmo.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Sina
Sinto falta de teu sincero
desajeitado sorriso
cheiro de prima-vera veraneia
olhar infante sorridente
tempos de farteza
e que me torturava mesmo assim
por nada
agora vejo claro
a face de meu orgulho
de minha vergonha
agora vejo a podridão que acompanha meu ser
mas isso é irrelevante
o que importa é o inicio
move-se pelo perímetro de seu sagrado, sincero e dedicado sorriso
move-se pelos dutos e canais de saudades
move-se de meus olhos à minhas bochechas
guerra psiquica, escondida
não importa os mortos ou seus sonhos encardidos
não importam as necessidades escondidas
busco apenas
Vitória
má
impetuosa
serena
cautelosa
ousada
w...
guerra de sinas
odes de incoerencia
guerra...
sem heróis
desajeitado sorriso
cheiro de prima-vera veraneia
olhar infante sorridente
tempos de farteza
e que me torturava mesmo assim
por nada
agora vejo claro
a face de meu orgulho
de minha vergonha
agora vejo a podridão que acompanha meu ser
mas isso é irrelevante
o que importa é o inicio
move-se pelo perímetro de seu sagrado, sincero e dedicado sorriso
move-se pelos dutos e canais de saudades
move-se de meus olhos à minhas bochechas
guerra psiquica, escondida
não importa os mortos ou seus sonhos encardidos
não importam as necessidades escondidas
busco apenas
Vitória
má
impetuosa
serena
cautelosa
ousada
w...
guerra de sinas
odes de incoerencia
guerra...
sem heróis
sábado, 12 de outubro de 2013
Delírios 1
Amanhecer
Em uma praia afrodisíaca
A vinda da prima-vera
Pique dos 5 sentidos
Apenas um olhar
Apenas um sorriso
Éden ao horizonte
Vozes se contradizem
Facas cortam inocentes
serei eu tal assassino ?
serei eu meu próprio assassino ?
Ele é o culpado !
ele !
O nada
O que me impede ?
estamos aqui de peitos abertos
Diante da lua
dançando a mesma valsa que nos foi invocada
Dançando em ritual à morte
Mas morto cantarolarei minha vida
Se tua estrela
Iluminar o espelho
Quebrado
Armado
Em uma praia afrodisíaca
A vinda da prima-vera
Pique dos 5 sentidos
Apenas um olhar
Apenas um sorriso
Éden ao horizonte
Vozes se contradizem
Facas cortam inocentes
serei eu tal assassino ?
serei eu meu próprio assassino ?
Ele é o culpado !
ele !
O nada
O que me impede ?
estamos aqui de peitos abertos
Diante da lua
dançando a mesma valsa que nos foi invocada
Dançando em ritual à morte
Mas morto cantarolarei minha vida
Se tua estrela
Iluminar o espelho
Quebrado
Armado
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Reza
Fotografias forjadas
Fatos inventados
Teias mentirosas
O que é a vida
Se mentimos tanto
Para nós mesmos
Vivemos a vida
Ou
Vivemos a morte ?
Deserto gelado
Bestas doentes de sangue
Correm a floresta
Eu quero estar lá ?
Quero que estejamos lá ?
Amanhã vamos para a terra de meu nascimento
Eu quero estar pronto ?
Fatos inventados
Teias mentirosas
O que é a vida
Se mentimos tanto
Para nós mesmos
Vivemos a vida
Ou
Vivemos a morte ?
Deserto gelado
Bestas doentes de sangue
Correm a floresta
Eu quero estar lá ?
Quero que estejamos lá ?
Amanhã vamos para a terra de meu nascimento
Eu quero estar pronto ?
Pequeno Soldado
Rede de seda púrpura
Serena dor
Guerra psíquica
Pequeno soldado volte para casa
Marche pela chuva á teu recanto
Sem mais armas ou rendição
Sem mais perdição
Marche á lua
Beba de seu quente licor
Pretensioso aviador
O que há em tua janela ?
A insanidade está sorrindo ?
A floresta prateada acaba ?
Em formação !
Canto minha sina
Em ode á minha servidão
Maré de sentidos
O mar está em minha porta
E é seco
Morto
Surdo
Mudo e cego
Presunçoso de mais
Rede de seda púrpura
E o homem-anjo
Clama minha alma benevolente
Oh sonho fresco
Serena dor
Guerra psíquica
Pequeno soldado volte para casa
Marche pela chuva á teu recanto
Sem mais armas ou rendição
Sem mais perdição
Marche á lua
Beba de seu quente licor
Pretensioso aviador
O que há em tua janela ?
A insanidade está sorrindo ?
A floresta prateada acaba ?
Em formação !
Canto minha sina
Em ode á minha servidão
Maré de sentidos
O mar está em minha porta
E é seco
Morto
Surdo
Mudo e cego
Presunçoso de mais
Rede de seda púrpura
E o homem-anjo
Clama minha alma benevolente
Oh sonho fresco
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