quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Assim, minha tristeza voltando sempre, e me achando mais perdido aos meus olhos, como a todos os olhos que quisessem me encarar, se eu não tivesse sido condenado para sempre ao esquecimento de todos! eu tinha cada vez mais fome de sua bondade. Com seus beijos e abraços amigos, era mesmo um céu, um escuro céu, onde eu entrava, e onde gostaria de ser deixado, pobre, surdo, mudo, cego. Já eu me acostumava. Eu nos vejo como duas boas crianças, livres para passear no paraíso de tristeza. Não consigo aceitar essa teimosia destinada a nós, por favor que o galo português cante o amor na próxima manhã…

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Viajem

E agora deitarei nesses lençóis
cheios de sonhos
descansarei sob  travesseiros
encardidos de arrependimentos
molhados de lágrimas
cheirando a álcool
hoje estarei morto
e também amanhã
voltarei a viver apenas
ao tocar as safiras
o som de vidro
diz rápido desespero
construo minha pirâmide
nesse fétido deserto
ESSA É A TERRA EM QUE O FARAÓ MORREU !!!

sábado, 7 de setembro de 2013

poemas antigos

The cold hand
The continuous pain
the scatered cacoon
lost in sand
Let me tell you about heartache
Can you hear the universe ?
"No, I can't"
Can you hear me moaning ?
Can you hear the cry of the damned ?
"Thought dead people couldn't cry"
You're right
"though they try"