quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Assim, minha tristeza voltando sempre, e me achando mais perdido aos meus olhos, como a todos os olhos que quisessem me encarar, se eu não tivesse sido condenado para sempre ao esquecimento de todos! eu tinha cada vez mais fome de sua bondade. Com seus beijos e abraços amigos, era mesmo um céu, um escuro céu, onde eu entrava, e onde gostaria de ser deixado, pobre, surdo, mudo, cego. Já eu me acostumava. Eu nos vejo como duas boas crianças, livres para passear no paraíso de tristeza. Não consigo aceitar essa teimosia destinada a nós, por favor que o galo português cante o amor na próxima manhã…
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