terça-feira, 11 de março de 2014

Um fantasma na cidade
e todos os vultos
iluminam os becos secos
Árduos de sua chacina diária 
O deus da morte faz seu chamado
sua foice deslisa em flores vermelhas
como a rosa
sangue da misteriosa união
nos tornamos destorcidos 
somos demônios clamando o nome de anjos
somos diabretes á busca de um paraíso
mas e os elísios ?
levarei as almas queridas aos elísios
levarei o caos ao que é de seu direito
vida sem proeminente
deus inaudito
inaudível
não sei....
um fantasma na cadeira elétrica apenas
um deus em seu trono
por que lutar ?
se não ordenar ?
ao fim ?
ao fim !!!

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